“A fotografia é minha válvula de escape, uma exteriorização do que sinto e penso”: conheça a trajetória de Gustavo Mittelmann

#UArtist gaúcho, que tem a fotografia como hobby e paixão, já conta com mais de 80 obras disponíveis no acervo da Urban Arts

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CARREGADOR DO SOUQ, por Gustavo Mittelmann

Nascido em Porto Alegre, o #UArtist Gustavo Mittelmann, 42, trabalha com produção audiovisual desde a época da faculdade e, há 16 anos, é sócio e diretor de cena da Catraca Filmes.

Ao passo em que o setor audiovisual se apresentava como profissão em sua vida desde o curso superior, a fotografia, por outro lado, despontava como uma paixão duradoura. “A fotografia entrou na minha vida na faculdade, ainda no formato analógico. Fiquei encantado pela magia do quarto escuro, da imagem surgindo no papel, da compreensão do meu olhar sobre as coisas e da forma como transpor isso através de luz, sombra, enquadramento. De vivenciar o erro, o aprendizado, o acerto”, explica o artista.

E foi em decorrência desse entusiasmo e sentimento que, aos poucos, o quarto do jovem Mittelmann se tornou um laboratório de revelação para suas fotos. ‘’Logo montei um laboratório de revelação e ampliação PB dentro do meu quarto e, com minha câmera Ricoh KR5 SuperII, em 2000, fui premiado no Set Universitário, que era a grande premiação para os alunos de comunicação do RS na época”, relembra.

Desde então, reconhecimentos e publicações surgiram para o fotógrafo: prêmios em concursos nacionais, duas fotos publicadas na consagrada revista francesa Photo e uma mostra individual em Porto Alegre, além de uma exposição coletiva na Agora Gallery, em Nova York.

Apesar do extenso currículo, Gustavo Mittelmann sempre fez questão de manter a fotografia apenas como um hobby, fazendo da atividade uma maneira de se expressar e sair da monotonia. “A fotografia é minha válvula de escape, uma exteriorização do que sinto e penso. É uma forma das pessoas me enxergarem sem me olhar”, reflete.

Além de se inspirar no trabalho de grandes mestres da fotografia como Cartier-Bresson, Sebastião Salgado, Robert Frank, Vivian Maier, o #UArtist também destaca a influência recebida de imagens e fotografias que surgem na internet, sejam elas de trabalhos consistentes ou apenas imagens viralizadas em anonimato.

Com mais de 80 obras disponíveis na Urban Arts, Mittelman destaca que a maior motivação em enviar novos trabalhos para a galeria é ter a certeza que sua arte está sendo espalhada e difundida de forma acessível e plural. “O que me atraiu não foi a ideia de renda, mas da sensação incrível de saber que alguém gosta do meu olhar e quer ter ele para ver todos os dias. Também fica aquela curiosidade de como está sendo usada minha arte, em que parede, qual ambiente, ao lado de quais outros artistas”, explica o fotógrafo.

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